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Cinco mulheres que transformaram a educação


Cinco mulheres que transformaram a educação

 

Anualmente, desde o final do século XX, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas, em 1975.  Hoje, esse dia é marcado por atos em prol da igualdade de gênero. Em alusão ao 8 de março, listamos cinco mulheres que transformaram a educação:

 

Malala Yousafzai

Em 2008, o líder do talibã proibiu que garotas fossem à escola durante um mês. Por causa de seu ativismo em prol da educação, Malala foi abordada por um grupo extremista, que a baleou na cabeça. Ela e sua família foram transferidos para o Reino Unido. Após isso, a paquistanesa Malala visitou diversos países para incentivar os jovens a resistirem nos estudos. Graças à luta por educação de mais garotas em situação de risco, Malala Yousafzai ganhou, em 2014, aos 17 anos, o prêmio Nobel da Paz, sendo a pessoa mais jovem a receber a premiação.

 

Marie Curie

Nascida na Polônia,  em 1867, Marie Curie foi a primeira pessoa a receber o prêmio Nobel duas vezes: um em Física, ao provar a existência da radioatividade natural em 1903, e o outro em Química, pela descoberta de dois novos elementos químicos em 1910. A história de Curie é uma inspiração para reforçar os estudos de Ciências nas escolas, além de trazer uma nova perspectiva para as meninas sobre áreas que, por muito tempo, eram majoritariamente masculinas.

 

Dorina Nowill

Dorina Nowill foi uma educadora brasileira que lutou pelo direito das pessoas cegas à educação. Ela foi a primeira estudante com deficiência visual a frequentar um curso regular de magistério, e, desde que perdeu a visão, aos 17 anos, lutou para que todas as pessoas pudessem ter autonomia nos estudos. Assim, na década de 1940, nasceu a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que desenvolveu livros, placas, cardápios e catálogos de estabelecimentos acessíveis. Ela faleceu em 2010.

 

Sônia Guimarães

Sonia Guimarães foi a primeira mulher negra professora no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) de São José dos Campos. Além disso, ela foi a primeira mulher negra a receber o Prêmio Professor Emérito – Troféu Guerreiro da Educação Ruy Mesquita, sendo uma referência no ensino de Física no Brasil.

 

Maria Antonieta Cals

Maria Antonieta foi a primeira mulher a administrar a Secretaria da Educação do Estado do Ceará, em 1966. A professora, conhecida como Toni Cals, era mestre e doutora em Educação e dedicou sua vida ao ensino cearense. Foi secretária de Educação do Município de Fortaleza e do Estado do Ceará durante quatro anos. Dedicada à causa, também foi presidente da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae).